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Notícias do RN


As polícias Civil e Militar trabalham para encontrar os responsáveis pelo assassinato da empresária Maria da Conceição de Lima Barbosa, 56 anos. O caso está sendo investigado pela delegacia de Pedro Velho – local onde o corpo da mulher foi encontrado - com apoio da Delegacia de Polícia Civil do Interior (Dpcin) e Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor). Até o momento, ninguém foi preso.

Segundo o delegado Lenivaldo Pimentel, da Delegacia de Polícia Civil do Interior (Dpcin), ainda não há informações sobre o paradeiro dos bandidos. A Polícia não deu informações se trata o caso como um crime de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, ou se o objetivo dos criminosos era a execução. “Iremos trabalhar ininterruptamente durante o fim de semana”, explicou o delegado.

Maria da Conceição e a filha foram raptadas no fim da tarde da quarta-feira (07), quando saíam de Santo Antônio em direção a Natal. Três bandidos em um veículo tipo Gol abordaram o carro em que estavam mãe e filha, o Onix de cor preta. Após renderem as duas, dois deles seguiram no carro com as vítimas, enquanto outro criminoso seguiu no Gol.

Pouco após ser raptada, a filha de Maria da Conceição foi liberada em uma comunidade rural no município de Espírito Santo. Lá, também foi encontrado o Gol, carbonizado. A vítima pediu socorro e a Polícia iniciou as buscas por Maria da Conceição.

Na noite da quarta, a última informação era de que o carro das vítimas havia sido visto em Mamanguape/PB, onde foi abandonado com pertences de mãe e filha dentro. Uma pessoa chegou a ser detida para averiguação, mas foi liberada em seguida na Delegacia do município. Até então, não se tinha informações sobre o paradeiro de Maria da Conceição.

Tribuna do Norte



Na tarde de ontem, um bandido (ainda não identificado) foi morto após tentar roubar um veículo em Macaíba, próximo a um posto de combustível, na Rua Ferreiro Torto.

Segundo informações de populares ao site, três bandidos tentaram tomar de assalto um veículo tipo Hilux, mas uma pessoa ainda não identificada reagiu ao assalto e efetuou uns disparos de arma de fogo, onde um dos bandidos foi alvejado e morreu no local. Os outros dois fugiram.

Senadinho Macaíba





A Polícia Federal prendeu ontem, 8/11, em um condomínio da Zona Sul de Natal, um cearense, 61 anos, técnico em refrigeração, suspeito de falsificação e uso de documento público.

A ação se deu em cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pelo Juízo da 2ª Vara da Comarca de Aracati/CE e aconteceu meio que ‘sem querer’. Na verdade, a PF diligenciava buscando cumprir um outro mandado judicial que fora expedido pela Justiça Federal/RN, mas ao chegar no endereço descobriu que o homem havia se mudado.

De posse de um novo indicativo, os policiais localizaram um outro apartamento no mesmo condomínio, onde foram recebidos pelo atual morador, mas esse alegou desconhecer a pessoa procurada. Diante do fato, foi-lhe solicitado um documento de identificação e, após consulta, constava em seu nome, o mandado de prisão da Justiça Estadual do Ceará, em aberto.

Conduzido para a sede da PF, o preso está sob custódia, à disposição da Justiça, e aguarda transferência para o vizinho estado.

PF


MPF e PF fazem operação e prendem mais sete deputados estaduais no Rio


Outros três - Picciani, Melo e Albertassi - já estão presos desde 2017

Em ação conjunta realizada ontem (8), o Ministério Público Federal no estado e a Polícia Federal ampliaram as investigações sobre a atuação de parlamentares fluminenses e prenderam mais sete deputados, além de funcionários lotados do Palácio Guanabara e no Departamento de Trânsito (Detran) do estado, que tem o atual presidente Leonardo Silva Jacob e seu antecessor Vinicius Faraj foragidos.

A Operação Furna da Onça é um desdobramento da Operação Cadeia Velha, que levou à prisão duas das principais lideranças políticas do estado: os ex-presidentes da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Jorge Picciani e Paulo Melo, que tiveram novamente pedidos de prisão expedidos. Outro que foi preso na Operação Cadeia Velha e recebeu nova ordem de prisão foi o deputado Edson Albertassi.

A ação foi desencadeada para investigar a participação de deputados estaduais do Rio de Janeiro em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e loteamento de cargos públicos e mão de obra terceirizada, principalmente no Detran/RJ.
Coletiva de imprensa sobre a Operação Furna da Onça na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro - Tomaz Silva/Agência Brasil

Objetivo

A operação de hoje teve como objetivo o cumprimento de 22 mandados de prisão (19 temporárias e três preventivas, referentes aos réus da Cadeia Velha) e 47 de busca e apreensão, todos expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) depois de decisão unânime de cinco desembargadores federais que compõem a 1ª Seção.

Os deputados são investigados por uso da Alerj a serviço de interesses da organização criminosa do ex-governador Sérgio Cabral (MDB), que, em troca, pagava propina mensal (“mensalinho”) durante seu segundo mandato (2011-2014), que chegou a movimentar R$ 54,5 milhões.

Segundo as investigações do Ministério Público, a propina resultava do sobrepreço de contratos estaduais e federais. Além de Cabral, tinham função de comando na organização investigada, os ex-presidentes da Alerj Jorge Picciani e Paulo Melo, o primeiro em prisão domiciliar e o segundo atualmente recluso em Bangu em decorrência da Operação Cadeia Velha e que foram alvo de novos pedidos de prisão.

Propinolândia

O procurador-regional da República Carlos Aguiar foi enfático ao ressaltar que o esquema funcionava desde a administração do ex-governador Sérgio Cabral, que cumpre prisão no Complexo Penitenciário de Bangu. Segundo ele, “a Alerj se tornou uma verdadeira propinolândia”.

“Esse modelo de fisiologismo, de loteamento de cargos, vem da época do ex-governador, vigora até hoje e se replicou nessas eleições. É inegável que alguns dos que foram reeleitos para a nova legislatura se valeram desse esquema”, afirmou.

Segundo Aguiar, “o que se percebe é que existe dentro do Rio de Janeiro um grupo que se apossou da Alerj, e as investigações demonstraram que esses personagens lotearam o estado do Rio para viabilizar a execução dos seus interesses políticos.

Um dos alvos da operação foi o secretário estadual de governo, Affonso Monnerat, apontado como o elo entre a Alerj e o Palácio Guanabara. O esquema, voltado para a compra de votos na Alerj, chegou a movimentar R$ 54,5 milhões entre 2011 e 2014, que eram destinados ao pagamento de ‘mensalinhos’ a deputados que votassem de acordo com os interesses do governo.

Lista de presos

Entre os dez deputados envolvidos nas investigações e que tiveram suas prisões decretadas está André Correa (DEM), reeleito para mais um mandato, ex-secretário do Meio Ambiente e que atualmente pleiteia a presidência da Assembleia Legislativa do estado.

Consta ainda da decisão, os nomes dos deputados Marcos Abrahão (Avante), Marcelo Simão (PP), Luiz Martins (PDT) e Marcos Vinícius Neskau (PTB), todos reeleitos e presos nesta quinta-feira, além de Chiquinho da Mangueira (PSC), também reeleito e que teria recebido R$ 3 milhões, parte dos quais teria sido usado para patrocinar o desfile da escola de samba Mangueira, em 2014, da qual é presidente. Outro preso foi o deputado Coronel Jairo, que não foi reeleito.

Segundo nota divulgada pelo MPF, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) concordou com a argumentação de que as prisões e as buscas e apreensões se fizeram necessárias “para interromper condutas como a ocultação da origem ilícita dos valores pagos aos deputados estaduais”. Ainda segundo o texto, “outra justificativa dos mandados judiciais foi o alto poder e a capilaridade dos esquemas criminosos sob investigação, que envolvem a cúpula da Alerj com ramificações em vários órgãos estaduais”.

“As investigações contam uma história: a de como o ex-governador neutralizou, com propina e outras vantagens ilícitas, o controle que os deputados estaduais deveriam exercer sobre o Executivo, e, com isso, a organização criminosa se espalhou por vários órgãos e entidades do estado, provocando o sucateamento dos serviços prestados à população”, afirma o texto.

As investigações, que incluem relatos de colaboradores corroborados por provas independentes colhidas pelo MPF e pela PF, apontaram que o “mensalinho” e os “prêmios” eram pagos a deputados como contrapartida por votos em favor de projetos de lei de interesse da organização e por atuações contra o avanço de comissões parlamentares de inquérito (CPIs), entre outros serviços.

Detran

Também são alvos da operação, o secretário de Governo, Affonso Monnerat; o presidente do Detran/RJ, Leonardo Silva Jacob; e seu antecessor Vinícius Farah, recém-eleito deputado federal pelo MDB. Eles são investigados pela distribuição de outro tipo de vantagem ilícita: cargos públicos e vagas de trabalho em empresas fornecedoras de mão de obra terceirizada, principalmente para o Detran.

Segundo o MPF, os deputados repartiam os postos do Detran de acordo com suas áreas de influência política, para indicarem os nomeados. Essas indicações viabilizavam a ingerência desses políticos sobre o Detran local, possibilitando desenvolverem seus próprios esquemas criminosos. Monnerat foi alvo de prisão por ter aparecido em conversas telefônicas e em planilhas encontradas na Operação Cadeia Velha como intermediador de indicações políticas de mão de obra terceirizada.

As interceptações telefônicas revelaram que, por meio das indicações, tanto os deputados como seus assessores intermediavam, por exemplo, o reagendamento de provas de pessoas sem pontuação mínima para obterem a habilitação, além da liberação, em vistorias, de veículos em mau estado ou com pendências. Também foi descoberto o uso, nas últimas eleições, dessa mão de obra para promoção pessoal dos políticos que concorriam à reeleição ou seus familiares candidatos.

A operação conjunta foi denominada Furna da Onça por se tratar do nome de uma sala com localização estratégica na Alerj usada por deputados para rápidas reuniões durante as sessões. Na Assembleia, há uma versão de que o nome Furna (toca) da Onça remete ao uso da sala para as discussões parlamentares mais influentes, nos instantes finais antes das votações em plenário.

Por Nielmar de Oliveira - Agência Brasil 
Edição: Davi Oliveira


Uma mulher de 59 anos que mora no Rio Grande do Norte conseguiu uma decisão da Justiça Federal para poder cultivar e portar Cannabis (a planta conhecida popularmente como maconha), usada em tratamento contra depressão. Um salvo-conduto foi dado para a paciente e sua filha, impedindo que polícias prendam ou autuem as duas pelo crime de tráfico de drogas.


A decisão do juiz federal Mário Azevedo Jambo foi publicada na semana passada. Ele autorizou a importação, produção e cultivo de seis plantas, bem como o transporte dos vegetais entre a casa da paciente e o Institut

o do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.


O transporte para o instituto deve ocorrer "para parametrização com testes laboratoriais com a finalidade de verificação da quantidade dos canabinóides presentes nas plantas cultivadas, qualidade e níveis seguros de utilização dos seus extratos", conforme o pedido da defesa.



Para conseguir a decisão, os advogados da paciente apresentaram documentos como estudos científicos e reportagens sobre o uso da Cannabis para fins terapêuticos, vídeos de especialistas sobre o tema, laudos médicos da paciente com o diagnóstico das doenças de depressão e síndrome do pânico, o receituário de controle especial prescrevendo extrato híbrido feito a partir de cannabis e uma declaração da UFRN sobre a possibilidade de uso de seus laboratórios para parametrização do medicamento produzido para a mulher.



Também foi apresentada uma declaração do diretor do Instituto do Cérebro da UFRN, Dr. Sidarta Ribeiro, a respeito dos benefícios da Cannabis para a Doença de Parkinson. Continue lendo aqui...



Com informações do G1/RN




O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran) espera iniciar a aplicação do padrão Mercosul nas placas de automóveis até o fim do mês. A medida prevê a modernização do registro de veículos e, com isso, coibir atos de fraudes e clonagens.


Com o início das atividades, o novo emplacamento será obrigatório para veículos novos e transferência de propriedade, categoria, município ou estado.



A principal mudança da nova placa é que o equipamento não tem lacre de segurança ou tarjeta. A peça vem com um código de barra e também terá também um chip.



O novo sistema permite o controle do estoque de placas veiculares no Rio Grande do Norte. “Só poderão ser estampadas com autorização do Detran. Com isso, nós teremos maior controle sobre os estoques das empresas que fazem o serviço do Estado”, justifica Hugo Victor Guimarães, subcoordenador de informática do Detran.



Há mais de quatro anos em planejamento, o modelo de emplacamento do Mercosul vai começar a ser utilizado no Brasil. A peça traz bandeira do Brasil, do Estado do veículo, o brasão da cidade onde se realizou o emplacamento e um novo sistema alfanumérico. “Serão quatro letras e três números”, detalha.



O valor da nova placa ainda não está definido no Rio Grande do Norte. Segundo o Detran, o custo do equipamento será definido pelo mercado, ou seja, vai ficar nas mãos das empresas. “É o livre mercado. O valor é muito variável. A tendência é que não ocorra um reajuste”, diz Hugo Victor Guimarães. Em Natal, as placas variam entre R$ 120 e R$ 130.






O fechamento da Fortaleza dos Reis Magos para obras de restauração no início do verão nordestino, quando o Rio Grande do Norte recebe o maior número de turistas, simboliza o abandono e deterioração do Centro Histórico de Natal. Sem conservação na maior parte dos prédios, aos poucos as histórias da cidade e do Estado são apagadas, sumindo das ruas, da vida cultural e do imaginário popular. O turismo, por mais um ano, fica resumido ao “sol e mar”.


Esse é o terceiro verão consecutivo que a Fortaleza dos Reis Magos, o maior e mais antigo monumento histórico do Estado, fica excluído das rotas turísticas das agências de viagem por não ter estrutura e segurança. Inclui-se nessa lista locais como o Teatro Alberto Maranhão, erguido em 1904 e fechado desde 2014, a Pinacoteca, em reformas, e a primeira faculdade de Direito, inutilizada desde 2001. Em anos anteriores, o Teatro Adjunto Dias, de Caicó, e o Lauro Monte, em Mossoró, também estiveram fechados por obras de restauração.


Todos esses prédios significam uma alternativa para a vida da cidade – ou tem o potencial de significar. O secretário de turismo do Estado, Manuel Gaspar, afirma que é necessário que o Estado seja reconhecido não somente por possuir praias e o clima adequado para o turismo, mas também pela sua história. “Dá uma alternativa ao carro-chefe do turismo, que é o sol e o mar. Mostra a história, como o encontro de Roosevelt com Getúlio vargas na década de 40, o descobrimento do Brasil em Touros”, afirma.




De acordo com a Tribuna do Norte Fechados por diversas razões, os prédios costumam enfrentar a burocracia antes de ter as obras iniciadas. O Alberto Maranhão, por exemplo, está fechado desde 2015 por falta de acessibilidade e prevenção de incêndio, mas os reparos se iniciaram somente em junho deste ano. A Fortaleza dos Reis Magos tem estado em penúria desde 2014, quando a gestão ficou nas mãos do Iphan, órgão de patrimônio do Ministério da Cultura, e retornou para o Estado neste ano. Continue lendo aqui...









A rede de supermercados Boa Esperança, presente em Parnamirim por mais de 20 anos, encerra suas atividades neste domingo, 4. O início do trabalho no setor supermercadista começou em 1996, com duas unidades – uma no centro e outra em Rosa dos Ventos. A rede chegou a ter uma terceira unidade no Parque Industrial, mas a loja fechou este ano.

A partir de agora, todas as lojas do Supermercado Boa Esperança farão parte da Rede de Supermercados Favorito. De acordo com informações preliminares da própria empresa, cerca de 370 funcionários perderão o emprego. Todos os funcionários receberam informações que iriam ser demitidos ainda esta semana. No decorrer deste sábado, o Supermercado Boa Esperança fez inúmeras promoções com a finalidade de promover a queima de estoque – trabalho que deve continuar neste domingo, 4.

A rede de supermercados Boa Esperança tem grande identificação com a população de Parnamirim. A rede começou com um casal de origem humilde, que vendia verduras, legumes e frutas na feira da cidade. Depois, eles fundaram uma mercearia, que cresceu e tornou-se supermercado. A partir de segunda-feira, 6, a Rede de Supermercados Favorito assume as atividades. Entre os colaboradores está havendo um processo seletivo e cerca de 200 funcionários deverão manter o emprego.

O Centro de Distribuição do Supermercado Boa Esperança já foi desativado. Neste caso, o prédio continuará pertencendo à família, mas deve ser alugado. No auge das atividades, a Rede de Supermercados Boa Esperança chegou a ter mil funcionários. Os donos, os diretores, gerentes e nem funcionários quiseram comentar sobre o fechamento da rede que marcou história no setor comercial de Parnamirim.

Agora RN


O juiz Almiro da Rocha Lemos, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), decidiu aplicar uma multa de R$ 15 mil a seis políticos que participaram de um evento em Patu, no Oeste Potiguar, que foi caracterizado como um “showmício”, que é proibido pela legislação eleitoral.


Foram condenados na ação o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), que disputou o Governo do Estado; o senador José Agripino Maia (DEM), que concorreu a deputado federal; os deputados federais Walter Alves (MDB), que foi reeleito, e Antônio Jácome (Podemos), que concorreu ao Senado; o deputado estadual reeleito Raimundo Fernandes (PSDB); e o prefeito de Patu, Rivelino Câmara.



Todos eles foram denunciados por participarem de um evento em Patu em 22 de julho que teve o pretexto de comemorar os 48 anos do prefeito. Na opinião do Ministério Público Eleitoral, o ato se assemelhou a um “showmício”, no qual as candidaturas dos envolvidos nas eleições de 2018 foram promovidas.



“A estrutura montada na praça central do município – grande estrutura de palco, bandas musicais, equipamentos de som, tendas, cadeiras e mesas –, o convite dirigido indistintamente à população – que acorreu ao evento em centenas ou, quiçá, milhares de pessoas –, a presença de inúmeros ocupantes de mandatos eletivos – a exemplo dos segundo a quinto representados – e, principalmente, o teor dos discursos propalados durante ele escancararam sua natureza político-eleitoral”, assinalou o Ministério Público.



No processo, as defesas de Carlos Eduardo, José Agripino, Walter Alves, Antônio Jácome, Raimundo Fernandes e Rivelino Câmara negaram irregularidades. Eles afirmaram que não houve pedido explícito de voto.



Em decisão do último dia 29 de outubro, o juiz Almiro Lemos de fato não identificou pedido explícito de voto nas provas anexadas ao processo, mas os condenou pela realização de “showmício”.



“É inegável que não ocorreu tão somente a presença dos representados no evento, mas um verdadeiro comício em favor destes, sendo notório, ademais o caráter de ‘show’ do evento, no qual foi montado palco para apresentações musicais”, assinalou o magistrado, registrando que o evento teve apresentações da banda Forró dos Três e de Cachorrão do Brega.



“O palco não restou ocupado unicamente pela atração musical, mas por todos os representados, que tiveram não apenas as suas presenças destacadas quanto a possíveis qualidade políticas realçadas, havendo, ainda, o proferimento de inúmeros discursos”, continuou Almiro Lemos.



Nas falas destacadas pelo juiz, políticos se referiram a Carlos Eduardo como “futuro governador” e teceram elogios mútuos, fazendo referência à campanha que viria.



A veiculação de propaganda por meio vedado configura infringência à legislação eleitoral. A violação sujeita o responsável a aplicação de multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil, ou ao equivalente ao custo da propaganda, se este for maior. O juiz decidiu cobrar R$ 15 mil de cada condenado.



Agora RN





Rápida:
Na cidade de Barcelona RN a candidata do PT, Fátima Bezerra também teve sua maioria de votos e também deixou as lideranças que apoiavam Carlos Eduardo preocupados.

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