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Notícias do RN

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Imagem: Jornal do Comércio
A HandMaster acontece de 30 de novembro a 02 de dezembro, no ginásio da AABB Natal, e reunirá equipes masculinas e femininas do RN, de PE e da PB

De 30 de novembro a 02 de dezembro, Natal será sede do primeiro campeonato de handebol master. Trata-se do HandMaster, que promete ser o maior festival master da modalidade no Nordeste e reunirá equipes masculinas e femininas do Rio Grande do Norte, de Pernambuco e da Paraíba. Todas elas formadas por ex-atletas que fizeram história no handebol dos seus estados e no cenário nacional.

Promovido pela OMV Sports, liderado pelo atleta pernambucano Othoni Marques, o HandMaster conta com o apoio da equipe Recife Handebol Master e da Associação Atlética Banco do Brasil de Natal (AABB Natal). Os jogos serão iniciados a partir das 17h30, da próxima sexta-feira (30). As finais estão marcadas para o próximo domingo (2), com o primeiro jogo começando às 10h e o último, às 13h. A entrada ao público é gratuita.

O foco do HandMaster é integrar socialmente, culturalmente e desportivamente os cerca de 100 atletas participantes. "Nosso objetivo é também, além de promover a modalidade e a categoria master em nossa Região, que ainda é carente de campeonatos, incentivar a prática de esportes como veículo de promoção de bem-estar e saúde", explica o organizador do evento, Othoni Marques.

Na categoria Masculino +37 anos, participarão as equipes AABB Natal (RN), Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte/ETFRN (RN), Recife Handebol Master/RHM (PE) e Puro Malte (RN). Já no Feminino +35 anos, os times confirmados são UFRN Handmaster (RN), RHM (PE), Handelada (PE) e Jampa Hand Club (PB). Todos os atletas serão premiados com medalhas.

SERVIÇO:

HandMaster – Festival de handebol master
Data: 30 de novembro a 02 de dezembro de 2018
Local: Ginásio da AABB NATAL (Av. Hermes da Fonseca, 101, Tirol, Natal/RN)
Entrada: Gratuita


Mais informações:

Instagram: @handmastereventos


O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) criticou parlamentares da oposição que apresentam resistência à votação, na Câmara dos Deputados, do projeto “Escola sem Partido”. Nesta quarta-feira, 21, a comissão legislativa especial que trata do assunto adiou pela oitava vez a discussão da proposta.

Alvo de polêmica, o “Escola sem Partido” proíbe professores de discutirem em sala de aula questões de gênero e reforça que a educação religiosa, sexual e moral deve ficar a cargo da família, não das instituições de ensino. Os educadores também não podem comentar, segundo o projeto, de comentar suas preferências políticas dentro das escolas.

Na opinião de Rogério Marinho, é preciso discutir o ensino em escolas e universidades, onde, segundo o tucano, “se perdeu a vontade de ensinar e se persevera a vontade de doutrinar”. “Não entendo porque essa discussão gera tanto medo e controvérsia. A verdade é que estão escondendo os fatos e muita gente não quer discutir. O comunismo matou mais de 100 milhões de pessoas no mundo. Esse partido perseguiu pessoas em muitos países”, criticou.

Rogério Marinho acrescentou que professores supostamente adeptos de ideologias de esquerda não respeitam a pluralidade dentro dos espaços acadêmicos. “Sou testemunha e vítima dos que se apropriaram do espaço público como se fosse seus. Não podemos continuar como estamos, com as corporações se apropriando da mente dos nossos professores”, assinalou.

Para o deputado federal, que não conseguiu a reeleição este ano, a procrastinação da discussão na Câmara dos Deputados tem sido a tônica de parlamentares da oposição, que não teria abertura para discutir outros assuntos importantes. “Não entendo porque ninguém fala nada da antiga União Soviética, de Cuba, da China. A verdade é que a hipocrisia informa de maneira unilateral. Há até partidos que estavam comemorando a revolução de Mao Tse Tung – um movimento que matou mais de um milhão de pessoas na China”, frisou o parlamentar.

Agora RN



O juízo da 2ª vara da Fazenda Pública de Mossoró recebeu a inicial de uma ação civil pública impetrada pela 7ª Promotoria de Justiça da cidade em desfavor da atual prefeita municipal e ex-governadora do RN, Rosalba Ciarlini. A ação civil do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) foi ajuizada em setembro de 2016 e somente no último dia 30 de outubro foi recebida a fim de ser processada.


Segundo o MPRN, a então governadora fez uso indevido da aeronave do Estado, deslocando-se de Natal a Mossoró várias vezes com o verdadeiro intuito de participar de atos de campanha em favor da candidata por ela apoiada para o cargo de prefeita de Mossoró, Cláudia Regina. O mandato dela como governadora do Estado terminou em 31 de dezembro de 2014.



Segundo o promotor de Justiça Fábio de Weimar Thé, a conclusão quanto ao uso indevido do avião do Estado se deu a partir da comparação entre a agenda oficial da então governadora com as datas dos vôos e dos atos de campanha da candidata a prefeita Cláudia Regina.



O MPRN pugna pela condenação de Rosalba Ciarlini por ato de improbidade administrativa que causou dano ao erário e que feriu os princípios constitucionais da administração pública, estando sujeita às penas, dentre outras, de ressarcimento dos prejuízos causados, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e pagamento de multa.




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Imagem: Academia do Trader
A comissão mista da Medida Provisória 846/2018 aprovou recentemente o texto do relatório do senador Flexa Ribeiro. A MP determina, entre outros pontos, a transferência direta de dinheiro das loterias para áreas de ação da Fazenda (em especial a saúde, educação e segurança) e dá à Fazenda quatro anos, no máximo, para regular as novas “apostas de quota fixas”, isto, as apostas esportivas, que poderão ser submetidas por meio físico ou virtual (internet).

E o novo presidente?

Jair Bolsonaro, de acordo com o siteGamesBras, declarou que o novo ministro Sérgio Moro precisa que a MP seja aprovada na Câmara dos Deputados até o final de novembro, para que 2019 comece já com seu ministério recebendo os meios financeiros previstos. Tanto o presidente como o ministro consideram importante e fundamental que a MP passe, pois o combate à criminalidade é uma prioridade e Moro está contando com esse suporte.

Regulação de uma realidade existente

Alguns poderão se perguntar se Bolsonaro não está, de certa forma, dando uma aprovação social e moral ao fenômeno das apostas a dinheiro. Mais interessante ainda pelo fato de a grande mídia nacional praticamente nem ter falado nesse assunto (veremos se falará quando a Câmara dos Deputados se pronunciar).

Contudo, basta acessar um site como o apostasbrazil.com.br para compreender que continuar recusando as apostas esportivas é uma ”aposta” perdida. Tem milhares de brasileiros jogando regularmente em sites que operam com base em outros países, geralmente na Europa e no Caribe, e que por esse motivo não estão proibidos pela lei nacional. 

Essas casas de apostas não são esquemas montados por brasileiros para fugir à lei; são empresas de grande dimensão que apontam ao mercado brasileiro entre muitos outros (na verdade, a China é considerada como um dos países com maior potencial em apostas em futebol no próximos anos). No mais, a Fundação Getúlio Vargas aponta que o mercado brasileiro de apostas esportivas pode valer até R$10 bilhões/ano.

O novo presidente da República não estará só reconhecendo a necessidade de regular aquilo que já existe e não irá embora?

Os cassinos poderão vir depois

Poucos notaram que, no passado mês de maio, Bolsonaro declarou à mídia que, apesar de “por princípio” ser contra os jogos de cassino, estaria disponível para “ver qual a melhor saída”, isto é, para arrumar um jeito de liberar os jogos de cassino. Esta notícia surgiu no site Valor Econômico, e não em um grupo de WhatsApp. O candidato estaria falando em uma palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro e declarou que sua preocupação é que ninguém vá gastar dinheiro no caça-níquel em vez de ir na padaria.

Precisamente no Rio de Janeiro, o prefeito Marcelo Crivella (outro personagem político ligado aos setores conservadores da sociedade brasileira) vem mantendo contatos próximos com empresários do setor dos cassinos, em especial Sheldon Adelson (o maior de Las Vegas), para conseguir trazer investimento imobiliário até a Cidade Maravilhosa.

Tudo isso mostra que a liberação dos cassinos poderá ser o passo seguinte do novo presidente.

E você o que acha? Esse é um assunto que não deve ficar em segundo plano. Por muitos anos, por falta de discussões sobre o tema, o país ficou sem a possibilidade de arrecadar também com outros meios de apostas.
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Imagem: Blog de Assis

Rápida: Nem tudo são espinhos na terra do "lima". O prefeito de Patu, no oeste potiguar, Rivelino Câmara anunciou nesta terça-feira(20) via assessoria de imprensa no Instagram que renuncia ao próprio salário para combater a crise instalada no município. 

Atrasos

Segundo fontes na cidade, recentemente os servidores vinham sofrendo com atrasos, inclusive em uma de nossas postagens alguns usuários do Facebook relataram esse fato. 

Renúncia Salarial
A renúncia veio através de um "Termo de doação" que, de acordo com informações publicadas no perfil "Governo de Patu" administrado por assessores do prefeito, teria sido assinado na manhã de hoje.

Veja a publicação na íntegra.

Prefeito Rivelino renuncia ao próprio salário para combater à crise.

O Prefeito de Patu, Rivelino Câmara, assinou na manhã desta terça-feira (20), "Termo de Doação", do seu salário referente aos meses de DEZEMBRO DE 2018, JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO DE 2019. O valor será repassado à Prefeitura Municipal para que seja aplicado em ações e políticas públicas do município em diversas áreas. "Foi Ciente da enorme crise financeira que assola os pequenos municípios do País, e conhecedor das necessidades que temos em reorganizar a nossa economia, que tomei tal decisão em favor de Patu", disse o prefeito.

Rivelino lembra ainda que outras sérias e duras medidas, serão tomadas já na próxima semana. "Precisamos cortar na própria carne para enfrentarmos de frente esta que já é a maior crise econômica da história contemporânea", disse.

O governador do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD) está entre os candidatos que ficaram mais endividados após as eleições deste ano no país, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral referentes ao primeiro turno. Conforme a declaração do candidato, a campanha gastou R$ 5,5 milhões, mas arrecadou R$ 3,73 milhões, gerando um déficit de R$ 1,51 milhões.

Mais de mil candidatos ficaram com dívidas de campanha nas eleições de 2018, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O saldo devedor dos que participaram apenas do primeiro turno e já tiveram a prestação de contas encerrada é de R$ 77 milhões.

No ranking dos mais envididados no país, o atual governador do estado ficou em sexto lugar, atrás de Camilo Santana (PT-CE), Pedro Taques (PSDB-MT), Mauro Carlesse (PHS-TO), Fernando Pimentel (PT-MG) e Renan Filho (MDB-AL). O levantamento não leva em conta os candidatos que passaram ao segundo turno.

O G1 procurou a assessoria do partido de Robinson Faria para comentar o caso, mas as ligações não foram atendidas.

Com informações do G1/RN


Prefeito Thiago Meira.

Segundo informações repassadas ao Diário, ainda a confirmar, o prefeito de Carnaubais tomou uma medida dura no tocante ao corte de gastos na esfera municipal.

O gestor simplesmente, exonerou todos os cargos comissionados e contratados.

O clima é de total apreensão entre os "demitidos".

A crise econômica vem abalando as administrações municipais em todo RN. 

Tentamos entrar em contato com a prefeitura mas não encontramos o número da assessoria de imprensa. Aguardamos esclarecimentos e confirmações.

DO BLOG DO JOÃO MARCOLINO


source http://www.diariopotiguar.com.br/2018/11/em-carnaubais-o-prefeito-exonera-todos.html
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A Marinha do Brasil emitiu neste sábado (17) um alerta de ressaca para a faixa do litoral nordestino entre as cidades de Touros, no Rio Grande do Norte, e São Luiz, no Maranhão. A ressaca, com ondas de até 2,5 metros, começa a partir da 9h desta segunda-feira (19) até 22h de quinta (22).

A Capitania dos Portos recomenda que as embarcações de pequeno porte evitem navegar no mar neste período e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores e casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança.



O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Dias Toffoli, assinaram hoje (16) um acordo para unificar e digitalizar todos os processos de execução das penas dos presos no país. O custo do projeto foi estimado em R$ 35 milhões e terá tempo de implantação de 30 meses. 


De acordo com Jungmann, a unificação dos processos vai ajudar no combate ao crime organizado que atua dentro e fora das penitenciárias. Segundo o ministro, atualmente não é possível saber a quantidade de condenações que um preso possui em estados diferentes do país. Além disso, em alguns casos, não é possível nem saber se o detento já cumpriu a pena integralmente ou tem direito a algum benefício previsto em lei.



Para Jungmann, em qualquer lugar do pais, em tempo real, a Justiça, o Ministério Público, além das polícias Militar e Civil, poderão ter acesso ao banco de dados unificado e obter a ficha criminal completa de um apenado.



"Tudo isso vai digitalizado e, em qualquer lugar do Brasil, qualquer juiz, e a polícia, terá acesso aos processos de qualquer um que tenha cometido um delito. Isso representa um enorme avanço e mais segurança para os brasileiros”, afirmou.



O presidente do Supremo e do CNJ, Dias Toffoli, disse que a criação do sistema vai permitir, por exemplo, que um preso não seja solto porque o juiz responsável pelo caso não tinha conhecimento de que o detento possui outra condenação.



"Temos um projeto piloto que iremos fazer, por exemplo, na cidade de Santos [SP]. Já estamos com ele em andamento. Vamos fazer agora a integração nacional com esses recursos", afirmou.


Agência do Brasil




Estudantes beneficiados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem renovar os contratos até o dia 23 de novembro. O prazo, que terminaria hoje (16) foi prorrogado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Devem fazer o aditamento aqueles que contrataram o Fies até 31 de dezembro de 2017. Neste semestre, cerca de 890 mil contratos devem ser renovados, de acordo com o FNDE.

A renovação do contrato é feita pelo sistema SisFies. Segundo o FNDE, o prazo foi estendido para que nenhum estudante com contrato a ser renovado fique de fora. “Em virtude do feriado, decidimos dar mais prazo para que todos consigam concluir o processo de aditamento no sistema”, diz o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro, em nota enviada pela autarquia.

Sala de aula - Arquivo/Agência Brasil

O FNDE ressalta ainda na nota que é “fundamental que os alunos acessem o SisFies o quanto antes e não deixem para a última hora”.

Os contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é inicialmente feito pelas instituições de ensino para, depois, as informações serem validadas pelos estudantes no sistema.

Caso o aditamento tenha alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro, que é o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica Federal, para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Contratos de 2018

Os estudantes que aderiram ao Novo Fies e contrataram o financiamento em 2018 devem seguir o cronograma da Caixa, que é o Agente Operador do Novo Fies.. Segundo a Caixa, aproximadamente 50 mil estudantes assinaram contratos do Novo Fies no primeiro semestre de 2018. O prazo para esses estudantes vai até 30 de novembro. O aditamento é feito no site da Caixa. O novo Fies, lançado no ano passado, tem modalidades de acordo com a renda familiar.

A modalidade Fies têm juro zero para os candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos. Nesse caso, o financiamento mínimo é de 50% do curso, enquanto o limite máximo semestral é de R$ 42 mil e é bancado pelo governo.

A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre 3 e 5 salários mínimos. Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.

Por Mariana Tokarnia - Agência Brasil
Edição: Graça Adjuto


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