Pinterest

Advertise

Notícias do RN

Editoria

LEITOR MANDA ARTIGO RELATANDO SUA EXPERIÊNCIA NO EXAME DE ORDEM 2009.2

Leitor do blog manda artigo relatando sua experiência no Exame da Ordem 2009.2. Este Exame vem causando polêmica em todo o país. Veja na integra.   




         EXAME DE ORDEM 2009.2: INCERTEZAS, DECEPÇÕES E ESPERANÇA DE JUSTIÇA
                                                                                  
 Werbert Benigno de Oliveira Moura*


Untitled Document

Dia 25 de Outubro de 2009. Data que vai ficar marcada para sempre em minha mente e na mente de muitos colegas bacharéis que, como eu, se submeteram ao Exame da Ordem 2009.2 e optaram por Direito do Trabalho.

Naquele dia ao abrir o caderno da prova, me deparei com aquele nome... “José”.   Ao ler a questão, tentei seguir as orientações que os cursinhos pelos quais estudei me ensinaram: “primeiro identifique a peça, depois vá direto para as questões”, disse um professor de um desses cursinhos.

Tentei fazer o que eles me orientaram, mas um magnetismo me atraía para aquela questão... duas horas se passaram e nada, não conseguia decidir se José tinha ou não estabilidade, se já tinha ou não gozado suas férias, se aquele auxílio doença era ou não acidentário ou ainda se provinha de doença decorrente do trabalho.

Uma coisa tinha certeza naquele momento, para qualquer lado que seguisse teria que necessariamente, inventar dados, presumir algo que a questão não identificava e que não trazia com clareza. Não hesitei, vou fazer o melhor para o meu cliente. Optei por inquérito judicial cumulado com consignação em pagamento. Não tinha dúvida, tinha acertado a peça, não poderia ser diferente, José era estável e não poderia ser dispensado de qualquer forma. Afinal, a empresa estava preocupada justamente com a sua rescisão, com baixa na CTPS e conseqüentemente com a mora.

Terminei a prova aos 45 minutos do segundo tempo. Quando saí de sala, comecei a observar alguns colegas afirmando e argumentando: “Era um Inquérito Judicial dizia uma menina que saiu da sala vizinha; outro disse não! Na verdade era uma RT, tava na cara. Aí chegou a terceira e disse que tinha feito ACP... vocês não viram a palavra mora... argumentava”.

Depois daquela cena não raciocinei mais, ninguém sabia dizer ao certo qual a peça mais adequada para aquele problema. Sinceramente, queria descobrir o porquê que eu não poderia acertar um simples problema de uma prova de exame de ordem, prova esta que passei noites estudando para conseguir enfim, exercer a profissão tão sonhada desde os meus 11 anos.  Ser advogado.

Passei a noite arrasado. Não consegui comer, assistir televisão, enfim só pensava em “José”. Aí veio a parte mais frustrante; familiares que acreditavam em mim e na minha capacidade, ligaram fazendo perguntas que até hoje não saíram de meus ouvidos: “como foi à prova... já podemos chamá-lo de advogado?”.   

Os dias foram passando, a angustia foi aumentando, a casa da justiça não divulgava uma nota sequer sobre o meu problema. Achava que estava só. Buscava auxílio nos blogs especializados sobre o assunto. Não queria acreditar, que a resposta correta, era ACP.  Mais aí apareceu uma luz no fim do túnel. Jovens irresignados com a questão começaram a se movimentar, se uniram em prol de uma causa. A esperança naquele momento começou a ressurgir. Assinei o manifesto, meu número foi o 292. 

Neste espaço reencontrei não só “José”, mais Alexandre, Vanessinha, Rafaela, Fausto, Aline, J. Tanios, Carol, Thiago... Hoje somos mais de dois mil lutando por uma causa maior, cada um com sua parcela de contribuição: uma conversa com um amigo influente, um pedido de ajuda, um contato com os meios de comunicação. Como lema adotou-se o “vamo q vamo”, assim mesmo, porque nossos encontros são virtuais e além do que estamos treinando para recursos administrativos que não podem ultrapassar os “mil caracteres”.

Já nos taxaram de tudo neste um mês de luta. Burros, egoístas, de pessoas sem qualificação, de bachareizinhos....

De tudo o que ouvi e li o que mais me marcou foi o que um conselheiro da OAB/DF, entrevistado por um advogado especialista em exame de ordem, disse: “OAB não vai anular prova alguma, em que pese algumas solicitações de alguns presidentes de seccionais. A Ordem viu o movimento contra a prova trabalhista como um desafio à legitimidade do Exame e jamais permitirá que sua autoridade seja questionada.

Data vênia senhor conselheiro, nós, membros do movimento, em nenhum momento estamos questionando a legitimidade do Exame de Ordem. Estamos sim, lutando para que uma questão mal formulada, seja anulada. Tudo em nome da mais lídima justiça. Simples assim.

Ao ler as palavras daquele conselheiro me lembrei dos anos negros da ditadura, mais precisamente 1968, quando o deputado federal Márcio Moreira Alves, proferiu um discurso, pedindo ao povo brasileiro que se manifestasse, boicotando as festividades do dia 07 de setembro. Naquela época o governo solicitou ao congresso que licenciasse aquele deputado, para que o mesmo fosse processado. Como isto não ocorreu, o governo militar baixou o AI 5, fechando o congresso, tudo isto para não ter a sua “legitimidade e autoridade questionada”.

Uma coisa é certa, não devemos ter este pensamento, pois ele encontra-se em um liame muito próximo do autoritarismo e a história provou quem estava certo. Com certeza não era o governo.

Por fim, estamos aqui na batalha, vencendo nossos próprios medos, lutando por justiça e crendo que no dia 04 de dezembro de 2009, nove dias antes do AI 5 completar 41 anos, um conselho formado por homens e mulheres da justiça, entenda de uma vez por todas que, o que o movimento pleiteia, é simples, a anulação da questão prático profissional, por entender que “para uma pergunta errada, não existe resposta certa”.

*Bacharel em Direito – Prós graduando em Direito Administrativo e Gestão Pública, atualmente é Presidente da Comissão de Gerenciamento e Execução de Contratos da Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Norte 


Unknown

Somos a Agência de Notícias que há mais de uma década traz as principais Notícias do Rio Grande do Norte, Brasil e Mundo.

86 comentários:

  1. Cara.. parabéns pelo texto..

    quando fui lendo tudo foi passando pela minha cabeça...

    Agora vamos aguardar, pois minha peça sequer foi lida, e preciso "apenas" de 1,5, pois fui bem nas outras questões.

    ResponderExcluir
  2. Vc não esta sozinho!!!! Passei por isso tbm e vamos correr atras do prejuizo.
    Adorei teu depoimento vou até envia-lo para o pres. da Comissão de Exame de Ordem do MA p tentar abrandar o coração duro dele!!!!

    ResponderExcluir
  3. Estamos juntos nessa batalha ! Não vamos desistir. Sou de SC e assim como muitos fui prejudicada por uma prova mal elaborada.
    Mais aqui estamos, em busca de justiça. Pois assim como dito pelo colega, para uma pergunta errada não há uma resposta certa.
    E "vamo q vamo".
    Boa sorte, para você Werbert, para mim, Camila, e para todos os membros do nosso movimento.

    ResponderExcluir
  4. QUERIDO WEBERT, AS LÁGRIMAS ME VÊM AOS OLHOS, POR VER NO SEU DESABAFO A MINHA HISTÓRIA. OCORREU EXATAMENTE O MESMO COMIGO E PIOR, ESTOU ME SENTINDO A MAIS INCOMPETENTE, A MAIS INFELIZ, A MAIS INCOMPREENDIDA, A MAIS DERROTADA, SABE POR QUÊ? ESTUDEI MUITO, TENHO 49 ANOS E NÃO VEJO PERSPECTIVAS, POIS POR SER DE ORIGEM HUMILDE SÓ PUDE REALIZAR MEU SONHO AGORA E QUE FOI ESFACELADO PELO EXAME 2009.2...OBRIGADA!

    ResponderExcluir
  5. lindo artigo!!! manifestou o sentimento de milhares de bacharéis em direito irresignados de todo o país, que se dedicaram com afinco!!!!! Parabéns

    ResponderExcluir
  6. É isso ai..
    "vamo que vamo"..
    Acreditamos na justiça, não somos meros bachareizinhos.Queremos que o principio da isonomia prevaleça em uma futura decisao que a Oab tiver,coisa que infelizmente há alguns anos nao vem acontecendo.
    Lutaremos até o fim para que a questão prático profissional mal elaborada,omissa e dúbia seja sim ANULADA.

    Até porque : "Para uma pergunta errada, não existe resposta certa"

    Priscilinha, Fortaleza/ Ce

    ResponderExcluir
  7. É isso mesmo AMIGO, não seremos derrotados pela ditadura.
    "VAMO Q VAMO"

    ResponderExcluir
  8. falou tudo que nós precisamos para ter justiça,
    obrigado pelas palavras q expressam o pensamento de milhares de bachareis em Direito estão sentindo nesse momento...
    que se faça justiça

    ResponderExcluir
  9. Colega, os bachareis do Rio Grande do Sul estão com você!
    Somos BRASILEIROS e não desistimos nunca!!!

    ResponderExcluir
  10. E AINDA VEM ALGUEM QUERER ME CONVECER QUE ESSE AÍ NÃO É ADVOGADO? POR FAVOR...ESSE AI NASCEU ADVOGADO ...Ñ TENHO DUVIDAS QUE ESSA CARTEIRA VERMELHA DA OAB É SUA...E AINDA NESSE EXAME.

    ResponderExcluir
  11. Daniel Pinchemel Fonseca24 de novembro de 2009 20:57

    poxa, vc conseguiu expressar em seu texto o sentimento de vários bacharéis que estão aonda atônitos com esta prova, este câncer que nos persegue e consome, denominado de Exame da Ordem.

    ResponderExcluir
  12. FANTASTICO SEU "DEPOIMENTO".
    Voce não esta sozinho nessa. Se possivel entre no site: www.profpito.com
    você vai entender melhor essa reserva vergonhosa de mercado

    ResponderExcluir
  13. Putz...identificação geral!! Acho que todos passaram pela mesma angústia...deixo aqui a esperança de que dias melhores virão!!
    Vamo q vamo!!!

    ResponderExcluir
  14. Consequências sociais, políticas e econômicas do exame de ordem.
    Marginalização do Bachárel por não ser inscrito no seu Conselho Profissional;
    Desemprego,insegurança,falta de perspectivas para o futuro e mal esta, a priori.
    Descriminação familiare social.
    Acometimento psicológico e depressão do Bacharél, que passou cinco ou mais anos estudando em uma universidade e/ou faculdade e ao terminar o curso vê-se IMPEDIDO de exercera sua profissãoem face deum exame INCONSTITUCIONAL, IMORAL E ILEGAL.
    Assédio moral, etc, etc, etc,
    (texo do Prof. Marcelo PAes

    ResponderExcluir
  15. Caro colega, faço das suas palavras as minhas e de muitos colegas que se encontram na mesma situação. Hoje, frustada pela injustiça na prova da ordem, não consigo pedir a Deus para passar na prova e sim que Ele não me deixe perder a fé, pois não suporto mais tanta malícia por meio da elaboração de uma prova, onde nós só queremos trabalhar.

    PARABÉNS PELO ARTIGO.

    ResponderExcluir
  16. Cara esse texto é perfeito!!!! É a nossa realidade. Mas se Deus quiser sairemos vencedores dessa batalha. Vamos q vamos!!!!!

    ResponderExcluir
  17. Parabéns! o estado do ES está junto nesta batalha! Particularmente passei pelo mesmo que você! Hoje, depois de ter dado o melhor de mim e ter visto e ouvido tanto descaso e promessas infieis por parte daqueles de membros da própria Ordem, sigo confiando apenas em uma coisa: Não importa o que eles pensem, creio que a autoridade de Deus está acima de qualquer autoridade! Acreditem que o homem faz a reunião, mas Deus é quem decide! Parabéns mais uma vez, força para todos nós! Não importa o quanto teremos que lutar! Jamais estaremos sozinhos! Um grande abraço de uma companheira capixaba!

    ResponderExcluir
  18. Adorei o texto, parabéns pela sua síntese dos fatos! De fato, vc não está sozinho. Fiz RT sem consignar, porque as verbas estavam imprecisas demais para serem consignadas, na minha opinião...
    Sem falar que estavam AUSENTES OS REQUSITOS para a ação de consignação em pagamento.
    Zeraram a minha peça. Estamos juntos nesta luta por justiça! A peça foi mal elaborada e merece sim ser anulada.

    ResponderExcluir
  19. Parabéns, você é uma autoridade, e relata o meus sentimentos, nesse episódio Exame 2009 - 2, anulação já, ou não saberei o que é razoável e de bom senso.

    ResponderExcluir
  20. Quando o candidato erra vale o rigor do Edital e a regra de tolerância zero na correção. Agora, se os aplicadores da prova erram (pouco importa se é o CESPE ou a própria OAB) vale o que? O princípio do "tira o meu da reta", ao estilo de Luís Inácio Lula da Silva? Caso os senhores não assumam seus erros, caros doutores, não se avexem não. O Poder Judiciário está ai justamente para dar a cada um o que é seu, quando determinada pretensão é injustamente resistida ou quando o abuso é manifesto. Talvez pelo fato dos maiores medalhões da OAB não advogarem (gostam de fazer palestra, escrever livros, serem quinto constitucional, dar aula – menos advogar) esqueceram desse pequeno detalhe. Nós não.

    ResponderExcluir
  21. Parabéns!! vc disse oq milhares estão sentindo, com essa angústia engasgada na garganta. Estudamos tanto para no fim sermos desprezados por culpa de uma questão mal elaborada!! Faço minhas as suas palavras!! Muito Obrigada!! E VAMO Q VAMO!! Nós venceremos!!!

    ResponderExcluir
  22. Caro Werbert

    Li seu artigo e gostaria de lhe parabenizar pelo maravilhoso texto.
    Sou mãe de um dos candidatos que assim como vc, procurou "o melhor pra seu cliente".
    Tudo o que vc passou vi meu filho sofrer nos últimos dias.
    Sou advogada há mais de 20 anos e vejo inúmeros colegas denegrindo a imagem daqueles que estão lutando para que seja feita a justiça, com a anulação da questão.
    Talvez, aqueles que estão fazendo chacota da situação de vcs, tenham obtido as suas inscrições qdo não era preciso fazer o exame da OAB.
    Analisando as provas, acho que muita gente que se diz com Notável saber jurídico, não passaria para a segunda fase.
    Meu filho, assim como vc, varou noites estudando, ouviu os mesmos questionamentos, as mesmas cobranças, os mesmos risinhos. Enfim, sofreu como todos vcs. Acontece que vcs não fazem idéia do que vêm sofrendo os seus pais, pois nós choramos as suas lágrimas e rimos com os seus sorrisos e hj somente podemos oferecer a nossa força e o nosso otimismo, para dizer: vamo q vamo, pois tudo dará certo. Boa sorte à todos vcs. Que Deus ilumine a mente daqueles que estão sendo os algozes de todos, para que ao final possamos todos comemorar, afinal não há tristeza que dure pra sempre. Up.
    Mãezinha

    ResponderExcluir
  23. Caro Webert.
    Muito bom. Fico feliz de ver que a luta não está sendo inútil. Esta história nossa merece algo muito mais que uma simples anulação de uma questão de prova. Esta luta merece entrar para a história do exame de ordem. Um dia no futuro poderei dizer que fiz parte desta geração. Uma geração que não se deu por vencida. Uma geração que buscou força não se sabe de onde, mas buscou. Eu passei, mas não abondonei. Não gosto de injustiça. Para isto escolhi esta carreira, lutar sempre para que a justiça prevalesça. Parabéns pelo artigo. Me emocionei.

    ResponderExcluir
  24. Perfeito o depoimento do colega, estaremos juntos nessa jornada e sairemos todos vencedores, já somos vitoriosos!! Tenho certeza que no dia 04 de dezembro de 2009 a comissão irá proferir a mais sabia de todas as decisões que é a anulação da peça pratico profissional. A OAB tem o nome e reputação a zelar não irá se comprometer, manchando sua imagem perante a sociedade, principalmente porque somos todos capazes e apaixonados pela advocacia.

    Nós futuros operadores do direito amamos a justiça e esta será feita.

    Todos os presidentes refletirão sob toda essa discussão e se sensibilizarão com o nosso pedido que não é tão grande e nem impossível de ser atendido.

    Quem de nós nunca viveu essa angustia??? Espero que os julgadores de nossa causa lembrem-se de algum momento semelhante a esse nas suas vidas.

    Tenhamos fé em DEUS!!!

    ResponderExcluir
  25. Adenilton Apóstolo24 de novembro de 2009 22:58

    Faço das palavras de todos acima, minhas palavras, estudei afinco para esta prova, sem faltar uma única aula no cursinho, segui todos os passos ensinados mas, por incrível que pareça, não sabia o que fazer diante de "JOSÉ", se era uma RT ou IJ ou ...ou...Que dúvida infernal, passou-se três horas e diante do dados colhidos, optei por uma RT por se a que mais que se encaixava e pasmem...Lá fora ninguém sabia o que era realmente a peça correta. Aqui fica minha decepção, minha amargura, minha angustia, minha frustração por mais importante que seja meu objetivo, ademais fica aqui meu questionamento: Se a peça está errada porque corregiram de uns e de outros não! Com a peça errada o magistrado está obrigado a aceitar a peça! E se o endereçamento estivesse para um juiz cível em vez do juiz do trabalho o restante seria corrigido...e assim por diante vai se questionando...Se deseja a OAB ter bons advogados que se faça justiça em relação a nulidade da peça trabalhista e não condunando com correções onde inexiste resposta fazendo com que o magistrado aceite de oficio algo que não existe, induzindo ESPECIALMENTE O BACHAREL EM DIREITO a entender que, mesmo errada a peça o juiz será obrigado a acatar o que nela está descrito independentemente do teor descritos nos artigos 267, 269, 284 e outros do CPC.

    ResponderExcluir
  26. Chorei de indignação qdo entreguei a prova. Parecia q eu estava pressentindo o q aconteceria...
    Uma questão obscura q me fez perder um tempo precioso...

    ResponderExcluir
  27. Nossa, também fiquei muito emocionada com a sua história... acho que somente quem passou por isso pode demonstrar o quanto essa prova nos fez mal e nos prejudicou. Não se trata apenas de uma derrota no âmbito profissional, mas sim de uma séria injustiça que nos afeta psicologicamente, nos faz sentir menores e incapazes. Ao defender essa prova ninguém sabe o quanto isso nos faz mal, o quanto tudo o que estudamos, lutamos fica abalado. Somos juristas, ainda não advogados, mas saberemos lutar por JUSTIÇA. A OAB não é a dona dos nossos ideais e nem foi ela quem criou o sentimento de Justiça que existe em nós, muito menos a CESPE. Seremos fortes e continuaremos indignados, independente do medo que esses advogados estão tendo de possível concorrência que a anulação da peça pode gerar.

    ResponderExcluir
  28. sem comentarios,simplismente perfeito.

    ResponderExcluir
  29. Parabéns!!! Que DEUS olhe pelos justos e pelos bons de coração!

    ResponderExcluir
  30. Eu escreveria do mesmo jeito, pois o sentimento é igual. Não dá pra explicar porque ainda não sou advogada se sempre fui um exemplo para os outros e se tantas pessoas esperavam por isso confiantes em minha capacidade. Sei que vamos vencer, eu só espero, juro, que a gente não sofra mais por muito tempo. Chega com isso! Não merecíamos! Também entendo que resolvi todos os problemas do meu cliente fazendo uma IJAFG c/c ACP, pois abarcava tudo. A cespe não quer reconhecer seu erro e diz que nós erramos. Sabemos: para uma pergunta errada não há resposta certa, apesar de surgirem várias.

    Abraços a todos que ainda estão na luta, inclusive os que enem fizeram esta malfadada prova.

    ResponderExcluir
  31. É amigo estamos batalhando muito pela justiça e ela vira sim
    Espero que seja iluminado os pensamentos de todos que estaram em MG decidindo sobre esse assunto p/ fazer justiça e a justiça so sera feita com a ANULAÇÃO DA PEÇA

    ResponderExcluir
  32. Um texto como esse é que faz juntarmos ainda mais nossas força para conseguirmos alcançar o nosso objetivo almejado !!
    Não existe uma adjetivo a altura para definir esse texto... acredito que seja a mesma situação passada por grande maioria dos examinandos...
    Sem comentarios,
    Parabéns Werbert Benigno,
    Simplesmente Perfeito !!

    Att.
    Arthur Trigueiro

    ResponderExcluir
  33. MARAVILHOSO,FANTÁSTICO,PARABÉNS CARA, NÃO SE PREOCUPE COM ESSE CONSELHEIRO DA ( OAB-DF )ESTE HOMEM CERTAMENTE É UM FRUSTRADO NA VIDA, TALVEZ ATÉ POR NÃO TER FAMILIA, VAMOS ENTREGAR ESSE COITADO NAS MÃO DE DEUS, UM DIA ELE VAI LEMBRAR O QUE FALOU, QUE DEUS O ABENÇOE GRANDE CONSELHEIRO DA OAB-DF.

    ResponderExcluir
  34. valeu !!não vai ser por conta de um conselheiro que o nosso movimento não lograra exito..discordar e justo ,o fato e que a grande maioria de advogados ,magistrados e membros da oab concordão com a ma formulação da peça,favor se vc puder divulgue mais informações.obrigado

    ResponderExcluir
  35. Parabéns...
    Você não está sozinho.
    Vamos a luta!
    Vamos lutar pela justiça.
    Fernanda-RJ

    ResponderExcluir
  36. Parabéns amigo! e Parabéns a todos que estão se empenhando na luta pelo certo. Admitir o errado como resposta é persistir no erro. Erraram na elaboração da peça e até agora não se empenharam em reconhecer o erro.

    ResponderExcluir
  37. Me lembrei quando saí da prova... Estou dentro, com certeza, pensei.
    Depois fui ver outras conversas, quando minha certeza caiu por terra, desespero.
    Saí dalí arrasada, sem querer dormir nem comer nem nada, e até hoje ainda não consegui dormir com tranquilidade, e quando coloco a minha cabeça no travesseiro só me vem um nome. José...
    Tenho sido assombrada por ele e ainda não me convenci que o que me separa da minha vida profisiional são 'míseros' 0.9 pontos dados numa peça mal formulada e mal corrigida.
    Fiz faculdade para ser advogada e não adivinha, por isso apesar de todas as intolerâncias por parte da OAB ainda creio em justiça!

    ResponderExcluir
  38. Isso aí, colega!!! Falou tudo!

    O Brasil precisa de pessoas como você!!!

    Estamos juntos nesta busca pela JUSTIÇA!!!

    ResponderExcluir
  39. Concordo com tudo, dito e comentado. Porem discordo de: " me lembrei dos anos negros da ditadura". A prova da OAB é discriminatória, e comparar um momento tão ruim da nossa história ao negro, como se negro fosse uma coisa ruim é pior ainda colega. Mas, vamos continuar na luta e conte comigo, agora com mais conciência (negra), porque ser NEGRO é BOM, LINDO e ser NEGRO é ser VENCEDOR!!! Vamos que vamos a VITORIA

    ResponderExcluir
  40. pessoal por favor quem tiver noticias da reunião de hoje divulgue..também soube que ontem teve um reunião na oab-rn qual foi o resultado?acredito que vai ser feito JUSTIÇA!!pois noticia ruim chega logo.boa sorte a todos..

    ResponderExcluir
  41. Olá!!!
    Parabéns pelo seu texto, achei muito comovente, no entanto discordo que a prova deve ser anulada, pois muitas pessoas acertaram a peça e caso ela seja anulada, todos deverão passar por um novo sofrimento.....
    Entendo a sua angustia e te digo que o exame não qualifica ninguém vc é otimo, mas há de se analisar que assim como vc estudou muito perdeu tempo sendo teve noites mal dormidas ou até sem dormir, te digo que eu tbm me sacrifiquei muito para me formar e passar na maldita prova.
    Onde eu moro não existe faculdade, então todos os dias tive que sair de casa às 17:00 h para retornar somente às 24:00 h, durante 5 anos e meio e sinceramente não gostaria de passar novamente por uma prova, para me preparar para a prova fiquei praticamente um ano após a conclusão do curso saindo de casa e retornando no mesmo horario que ja citei, e assim como vc tem sua história eu e os outros bachareis que foram aprovados temos a nossa....
    Não quero parecer que sou egoista, mas sinceramente depois de tudo o que passei pra obter a aprovação acho uma injustiça dizer que a prova deverá ser anulada.....
    Grande Abraço e Boa Sorte....

    ResponderExcluir
  42. Parabéns por expressar tão bem os sentimentos de muitos...Estamos juntos!

    Deus te abençoe!

    ResponderExcluir
  43. Estou na mesma situação.
    ...VAMO QUE VAMO...

    ResponderExcluir
  44. Pior de tudo é dizer para a familia que vc não sabe como foi na prova!!!porque nem os professores sabem...e nem os colegas sabem.....NAO TEM O QUE DIZER SOBRE A PROVA....ELA NAO FOI DIFICIL...ELA FOI IMPOSSIVEL DE SE FAZER...
    AQUI NO ES TAMBÉM ESTAMOS NA LUTA, O PIOR QUE O

    PRESIDENTE QUE ESTÁ PARA SAIR...NÃO ESTÁ NEM AÍ....

    NÃO TEM RESPOSTA....

    ResponderExcluir
  45. Parabens!!!vc descreveu o q ocorreu a todos !!!

    ResponderExcluir
  46. vão dormir bando de burro!! não vão ser advogados nunca! vai vender pastel ou cachorroquente!!

    ResponderExcluir
  47. Caro Weber,

    Passou um filme na minha cabeça !!!

    Me identifiquei com seu texto.

    Com sua licença, estou copiando para guardar para os anais d aminha história.

    Felicidades !!!!

    E FÉ NA NOSSA LUTA.

    “Para uma pergunta errada, não existe resposta certa”.

    ResponderExcluir
  48. Maravilhoso texto amigo, como potiguar estou muito orgulhoso por termos pessoas do seu quilate nesta luta. Estou sem palavras aqui. Que o dia 04/12 seja marcado em nossas vidas por motivos alegres, com sentimento de que a justiça foi feita.

    ResponderExcluir
  49. São minhas suas palavras. Me emocionei de lê-las pois me senti exatamente da mesma forma.

    ResponderExcluir
  50. O Estado de Pernambuco está em peso em favor da anulação da peça trabalhista OAB/2009.2.

    Atenção : Quando o Direito encontra-se em confronto com a Justiça, sempre deve prevalecer a Justiça.

    ResponderExcluir
  51. Vc lê pensamentos ??? vc descreveu linha por linha o que vivi na prova e depois dela e acredito que muitos pelo Brasil todo. Só tenho uma palavra para seu texto: PARABÉNS. "Vamo que vamo"
    Cláudio Moraes (PA)

    ResponderExcluir
  52. Acho que seu depoimento reflete todo o sentimento daqueles que fizeram o exame 2009.2 e está nessa angústia, se sentindo injustiçado.
    Parabéns!

    ResponderExcluir
  53. Perfeito artigo!
    Vamo que vamo...rssr

    ResponderExcluir
  54. "Omnis potestas a Deo, per populum"
    "Todo poder emana de Deus em pról do povo"

    Tem homens que pensam que são Deus, e isso é ruím, tem homens que tem certeza que são Deus, isso é muito pior.

    Sou advogado e sinto exatamente o sufoco dessa nossa juventude bela que só querem trabalhar.

    ResponderExcluir
  55. Larga o direito e vai virar escritor,consequiu escrever em pequenas linhas o que todos estamos sentindo, mais de 7 horas estudando só direito do trabalho nos utimos 2 meses sem durmir e comer direito, mais de 50 peças feitas entre elas RT, CONTESTAÇÂO, RO e até RR, podia cair qualquer peça clara que tirava no minimo 4 estudei para tirar 10 nessa prova e o que vem um lindo 3, está mais que dito essa prova foi feita para reprovar e não para nos testar.

    ResponderExcluir
  56. Cara,
    Passou um imenso filmes em minha cabeça: o suplício que foram os dias imediatamente seguintes à prova. Que bom foi essa união. Acho que não conseguiria lutar se estivesse sozinho! Abraços a todos!

    ResponderExcluir
  57. Caro colega Werbert
    Seu depoimento traduz com perfeição como uma legião de examinandos estão se sentindo...INJUSTIÇADOS!Confesso que me vieram lágrimas aos olhos ao ler , de forma tão bem sintetizada, e q expressa toda a decepção e revolta que sinto desde aquele dia.
    Parabéns e q Deus abençoe a tds aqueles que clamam por justiça!

    ResponderExcluir
  58. Eles tinham que ler isso... sinceramente...

    Parabéns =D encaminhei para muitas pessoas que como nós, também participaram desse sofrimento todo!

    ResponderExcluir
  59. Parabéns, bem redigido o texto em que expõem sua decepção, mas terá um bom êxito no próximo exame.Já prestei 3 exame e não passei nem para 2 fase, fico fazendo estes cursinhos aqui em São Paulo, saio casada do meu trabalho e vou direto para tal curso, o mais chato é ter de aguentar colegas metidos a bacana. Meu nome é Adriana
    meu e- mail: adrianareimidas@hotmail.com

    ResponderExcluir
  60. Parabéns Dr. Werbert.

    Me solidarizo com suas palavras 100%, até porque também fiz Inquérito cumulado com consignação.

    Vamos torcer pela justiça.

    ResponderExcluir
  61. Amigo;
    Posso falar assim pois, apesar de não nos conhecermos, sinto que estamos juntos em batalha que parece não ter fim. A sua narrativa após a conclusão do exame foi perfeita, sentimentos esses mútuos do começo ao fim. Espero que a JUSTIÇA prevaleça e que dia 9 de dezembro estaremos oficialmente sendo informados de que a justiça foi feita. Um grande abraço

    ResponderExcluir
  62. Meu velho, meus parabéns! Saudações pernambucanas, você escreveu exatamente o que nós sentimos, e ainda estamos sentindo. Realmente, para uma pergunta errada não existe resposta certa. Sou totalmente a favor do exame de ordem, mas sou a favor de um exame decente e muito bem feito, totalmente contrário deste último que tivemos a infelicidade de fazer. Felicidades a todos, se não foi dessa vez, na próxima será, e com êxito muito maior.

    ResponderExcluir
  63. estado democratico de direito, a Ordem é muito maior que um erro da cespe, é necessario bom sensu dos responsaveis por quem permitiu que uma entidade que teve recentes problemas de administração que é o caso da unb envolvido em desvio de verbas para construção de mordomia do reitor... quem é mais importante a Ordem ou a cespe, até porque os bachareis não estão sendo reconhecidos por nenhuma destas duas entidades salvo se houver JUSTIÇA em 04/12/09 robson martins examinando dedicado felicidade absoluta.

    ResponderExcluir
  64. Se "o direito não socorre aos que dormem", estamos fazendo a nossa parte, aliás na nossa futura profissão, teremos muito de recorrer, lutar por direitos vitimados por certas arbitrariedades... já estamos começando, tendopor clientes nós mesmos...

    O artigo retrata bem a situção de todos nós, que ainda acreditamos na JUSTIÇA!!! Afinal, não esperamos 5 anos para aprender que o princípio da igualdade não tem vez junto às nossas instituições...

    À OAB, a QUESTÃO DA PEÇA merece ANULAÇÃO, SIM!

    ResponderExcluir
  65. JUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇAJUSTIÇA

    ResponderExcluir
  66. ...aconteceu o mesmo comigo.

    E tenho muito orgulho de dizer (com a licença poética de nosso Colega MAxi)

    " Nada melhor que começar a exercer nossa profissão com Justiça: Nossa primeira grande causa".

    ResponderExcluir
  67. Todos juntos nessa parada!!!
    Vejam só: zeraram minha peça (IJ), eu um simples bacharéu...Pois então, que nota atribuir ao(s) DOUTOR(ES) que elaborou(ram) a famijerada questão???
    - "ZERO" com milhões de estrelas!!!

    ResponderExcluir
  68. VAMOS FAZER UMA CORRENTE ATRAVÉS DE EMAIL, ENVIAR PARA UM QUE ENVIARÁ PARA OUTRO QUE ENVIARÁ QUE ENVIARÁ E DAQUI A POUCO TODO O BRASIL ESTARÁ COMENTANDO.... SABE PESSOAL AQUELES EMAILS TIPO CORRENTE,,,, MANDE PARA QUINZE PESSOAS MANDE PARA TANTAS QUANTO PUDEREM... 2000 X 15= A 30000 NA PRIMEIRA MANDADA..... 30.000 X 15= 450 MIL NA SEGUNDA E ASSIM CHEGAREMOS A MILHÕES DE EMAILS QUE NAO PARARÃO DE CIRCULAR E ALGUÉM VAI CHEGAR INCLUSIVE NO PRÓPRIO EMAIL DAQUELE QUE CORRIGIU A PROVA SUA... VAMOS COLAR A TEXTO DO NOBRE COLEGA E ENVIAR.... VAMOS Q VAMOS..... TAMARANA NORTE DO PARANÁ.... TERRA DOS INDIOS.... QUE AMAM A JUSTIÇA!!!!!!!!!!!

    ResponderExcluir
  69. Caro Colega, como já dito suas palavras traduzem o sentimento de todos os bacharéis submetidos a este exame de 2009.2, na área trabalhista, como se não bastasse tudo o que passamos na hora da prova, ainda temos que escutar que foi "bem feito"afinal escolhemos a área mais fácil.
    Se é fácil ou não, não sei quem pode afirmar, mas certamente eu, passei noites e dias estudando e tenho plena convicção de que estava preparada.
    Sentimo-nos injustiçados diante da ausencia de isonomia na correção, mas certo é a justiça será feita e sairemos vitoriosos em nosso "primeiro pleito".
    Força em Deus!!
    Parabéns pelo artigo.

    ResponderExcluir
  70. Paula de Araújo O. Pacheco26 de novembro de 2009 07:35

    Oii... Parece até que eu estava lendo minha própria história do dia 25 de outubro!
    Vc não está sozinha nessa, colega! Tb assinei o manifesto, N°. 282 e... "Vamo q vamo"!!!
    Parabéns, Dr.!!! Pois vc já é um!!!
    Abraço!

    ResponderExcluir
  71. Tua história é a nossa história. Vamos em frente, lutando pelos nossos ideais.Santa Catarina faz parte dessa luta.Margareth Klug

    ResponderExcluir
  72. O que o que está faltando é os bachareis dos estados onde a oab não decidil pela anulação da peça de trabalho,acho que devem procurar falar com os politicos dep.senadores,juizes,membros da oab,é mostrarem para eles que a questão realmente foi mal formulada e merece ser anulada,nós aqui do RN ESTAMOS FAZENDO A NOSSA PARTE FAÇAM A SUA PARA ASSIM PODERMOS CONQUISTAR O JUSTO,A JUSTIÇA!!!obrigado..

    ResponderExcluir
  73. mãe pedindo socorrooooooooooooooooooo26 de novembro de 2009 14:00

    olha eu sou mãe de uma bacharéu. eu sei na pele o quanto voces estão sofrento.eu chorei ão ler o seu desabafo é muito triste ! a minha filha esta muito revoutada e só vai ficar em paz quando o poblema for resolvido eu sei que não é facil mas eles vom entender que foi um erro muito grave !e voceis não pode pagar por isso se voceis chegaram na segunda etapa é porq voceis estudaram e se prepararam. vou dorcer que no dia quatro os presidentes iram ententer. e anular essa peça .agredito primiro em Deus e sei que aguilo que é inpossivel para o homen é possivel para Deus basta gre e vomos q vomos!

    ResponderExcluir
  74. justiça se faz com justiça ilustrissimos senhores presidentes da ordem dos adivogados do brasil...

    ResponderExcluir
  75. Webert, incrível como você foi capaz de descrever o que aconteceu comigo. Coincidência? Não! Sua história ilustra fielmente os momentos que grande parte dos examinandos passou no dia 25 de outubro de 2009, os quais se prologam até hoje.

    Acredito na supremacia da justiça e a consequente aprovação daqueles que procuraram uma resposta certa para uma pergunta errada.

    Abraço e parabéns pelo texto.

    ResponderExcluir
  76. realmente estou estupefato com suas palavras, e não há outra para qualificar o seu texto a não ser: PARABÉNS, estamos na luta, vamo que vamo, a Bahia apoia o movimento pró anulação.

    ResponderExcluir
  77. Amigo!
    Suas palavras traduzem o sentimento de todos que fizeram a prova de 2009.2, A OAB está se transformando em um ninho de corupção, isto não pode acontecer, sou a favor que o MP e a policia Federal tomem frente aos ultimos acontecimentos, pois a indicios de fraudes, e vendas de carteiras da OAB, insto precisa ser investigado, pois a OAB não pode servir aos interesses de vilões, como está acontecendo no momento, um abraço estamos junto nesta luta.

    JUSTIÇA JÀ.

    ResponderExcluir
  78. Caro amigo

    Vivemos os mesmos conflitos. Todas as peças,ditas possíveis, passaram pela minha cabeça. Não optei pela ACP porque acreditei que o simples fato de não incorrer em mora era suficiente, pois os outros requisitos não se faziam presente para impetrar a ação.Agora a CESP/OAB com apoio de renomados cursinhos ( ditos "doutrinadores renomados" que ganham dinheiro) para protelar aprovados sustentam esta maldição, e nós, pobres mortais, ignorados, considerados incapazes, apesar de nossa graduação e pós-graduação estamos sendo tratados como analfabetos jurídicos. Não podemos permitir que façam isso conosco. Vamos nos unir. Vamos impetrar ações conjuntas, pedir apoio do MP, provocar nosso Congresso Nacional . Alguém precisa nos ouvir !!! Não vivemos amordaçados. Será que alguém pode nos ajudar a levantar a bandeira da injustiça da CESP/UNB - OAB ?

    ResponderExcluir
  79. Parabéns!!! São pessoas assim que me fazem ter certeza de ter escolhido a profissão correta!
    Vamos lutar pela justiça e igualdade, na defesa dos nossos direitos!!
    Parabéns pelas palavras!!!

    ResponderExcluir
  80. tive o prazer de estudar com voce e sei de sua capacidade ,seu texto está perfeito ,e mais, a questão não está apenas dubia,imprecisa,incoerente ,mau formulada...etc..etc...etc ela simplesmente não tem resposta ,pois além de eximio conhecedor do direito o examinando teria que adivinhar o que a banca queria que ele respondesse e adivinhar não está em um dos requisitos nescessários a pratica da advocacia,vamo q vamo

    ResponderExcluir
  81. Ainda há de se questionar a capacidade do nobre colega em defender o Direito com justiça e retidão? Ora pois, isso é mais um desafio a ser ultrapassado. Parabéns ilustre jurista.

    ResponderExcluir

Arquivo de Notícias