Descoberta a razão de Carlos Eduardo não cuidar da Av. Ayrton Senna?



Imagem: Divulgação

Desabafo de um Pobre Sábio


Buraco do Absurdo

A Avenida Ayrton Senna está tão esquecida pela prefeitura de Natal que se formos escolher um título para a postagem não sabemos se usamos "Buraco" ou se usamos a palavra "Absurdo". Fica a critério do leitor escolher.

Esse é um trecho de outra postagem do Blog. Acontece que o vereador Lucena em seu discurso na câmara disse: "....O prefeito ......tem horror a pobre".

Bom. Esse pode ser um ponto de vista a ser considerado como motivo para não cuidar de uma das avenidas importantes de Natal. Mas se analisarmos melhor veremos que a Av. Ayrton Senna hoje é uma via de acesso a uma região considerada de classe média alta. Dessa forma descartamos essa hipótese. 

A motivação maior do descaso com a região deve ser o fato de que o prefeito mora em uma área onde o "chão" é alto, limpo, com asfalto impecável e exuberante paisagem. Com isso deve estar imperando a frase antiga de uma estória de um tal Padre Verdeixa “Eu passando bem com meu cavalo alazão, eu lá me importa que essa égua para ou não”.
Essa frase da estória reflete um pouco do que pode estar passando na Cabeça do chefe do executivo natalense. 

Comparando a estória desse Padre Verdeixa que era querido por todos e que na verdade era mais egoísta que tudo, podemos ver semelhanças pois o pouco contato de Carlos Eduardo com o povão acaba deixando com excesso de álcool nas mãos(se é que vocês me entendem).  

Saudade de Micarla

Como assim? Saudade de Micarla? É isso mesmo que você leu. Na época de Micarla pelo menos tinha buracos em toda região de Natal até na região de sua residência. Todos viviam unidos num buraco. É cômico se não fosse trágico.

Mesmo sendo muito mal avaliada Micarla fez uma verdadeira operação tapa buracos em Natal e Carlos Eduardo apenas maquiou a cidade para o Natal e depois esqueceu da região que abriga uma grande população votante(se é que você me entende). 

Fica a Dica. Até quando vamos aguentar verdadeiros egoístas públicos que são adeptos da estória do Padre Verdeixa onde aduzia em registros "passando bem ele e a região dele, não se importa se o carro quebre ou não; se o pobre passe dificuldade ou não"(Paráfrase).

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