Aline, Wilson Carvalho e Jarlene Márika. Três vidas interrompidas por infarto em idades precoces: Aline, aos 21 anos; Wilson, cinegrafista, e Jarlene, psicóloga e palestrante, ambos aos 38.
O que antes parecia restrito à terceira idade hoje atinge cada vez mais jovens. Entre 2022 e 2024, o Brasil registrou mais de 234 mil atendimentos por infarto em pessoas com menos de 40 anos, com 7.800 mortes, segundo o Ministério da Saúde.
Especialistas apontam fatores como tabagismo (inclusive eletrônico), hipertensão, obesidade, colesterol elevado e estresse crônico. A pandemia agravou o cenário, com mais sedentarismo, distúrbios do sono e sobrecarga emocional — todos elementos que aceleram a inflamação e o risco cardiovascular.
Essas histórias revelam um alerta: corações jovens estão mais vulneráveis do que nunca. A prevenção — com hábitos saudáveis, acompanhamento médico e campanhas educativas — é a principal barreira entre a vida e a morte.
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