Larissa enfrenta ‘prévia’ da pressão que terá em disputa


A deputada estadual Larissa Rosado (PSB), pré-candidata a prefeito de Mossoró (terceira vez), é entrevistada da Rádio Difusora agora à tarde. Além da intervenção de entrevistadores, participação de ouvintes ao vivo, por telefone.
Há poucos minutos, ela foi inquirida por telefone em duas indagações que devem fazer parte da ladainha governista durante toda a campanha municipal.
Primeira – O que ela teria a apresentar como prefeita para melhorar a Saúde, se foi dirigente da Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) – dirigida por sua família – e a instituição está mergulhada numa crise sem precedentes.
Ela agradeceu a abordagem do tema e lembrou que esteve na diretoria da CSDR há cerca de 10 anos. “Só de mandato como deputada eu estou com cerca de nove anos”, citou.
Na ótica de Larissa, a CSDR é vítima de uma ‘perseguição’ inaceitável, que na verdade atinge servidores e as pessoas que precisam de atendimento. Assinalou que só partos, mensais, são feitos cerca de 600 a 700.
Apontou que dirigentes da saúde pública no município têm criado dificuldades ao pleno funcionamento da CSDR, emperrando seu compromisso com centenas de mulheres e recém-nascido. Até salientou, que durante vários meses uma UTI Neonatal dessa instituição funcionou sem cobertura de recursos do Sus.
Segunda – Quem vai mandar na Prefeitura em sua administração, se a senhora for eleita?
A ex-deputada utilizou a retórica como base de sua resposta. Utilizou uma alegoria comum à nossa cultura política. “Quem vai mandar na prefeitura é o povo de Mossoró”.
Promteu somar à sua experiência e “sensibilidade”, a consulta permanente à população e o conhecimento técnico de incontáveis profissionais, dos mais diversos ramos da atividade pública.
Por Carlos Santos - Herzog

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